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PETA assusta criancinhas

O que é pior? Deixar seu filho comer um McLanche Feliz ou dar a ele um kit chamado McCruelty’s com pintinhos e vaquinhas sangrando e um Ronald McDonald ameaçando com um machado sujos de sangue?

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Este kit macabro, o Unhappy Meal, aqui na foto, foi distribuído para as crianças em Albany-NY pela PETA – People for the Etyhical Treatment of Animals (tá no Media Bistro). O PETA é aquela mesma ong que costuma atacar com spray quem usa casaco de pele e invadir as passarelas da alta moda com cartazes em mão.

A iniciativa era para salvar galinhas e vaquinhas americanas. Pode? Paris Hilton deve ter adorado…

Que mal gosto não? Porque assustar as criancinhas com estes animaizinhos sangrentos? Que deixem elas e seus pais comerem onde quiser… principalmente porque, afinal, não dizem que as galinhas do MacDonalds são criadas sem osso?:)


O novo jeito de pedir pizza…

O marketing aplicado às novas tecnologias de comunicação está evoluindo. Vejam só aqui a nova forma de pedir pizza pelo aplicativo da Pizza Hut para o iPhone, que está bombando nesta semana na web. Em 2 semanas de lançamento já foram 100 mil downloads, que vc pode fazer aqui prá ver como é (mas que só envia pedidos nos EUA).

Genial, não?

A arte argumenta a favor do fumar

Descobri o blog Miopia depois que recebi a visita de seu autor Guilherme aqui no digeat, agora há pouco, e gostei.

Eu já parei de fumar, porque sim, faz mal mesmo, e agora fico só nuns charutos e bem de vez em quando, mas lá no Miopia encontrei poesia e inteligência na defesa do ato de fumar. Tem argumentos bons para todos os lados, queiram ou não.

Vi pessoalmente como a proibição de fumar nos locais públicos fechados na Europa funciona bem, e que os bares e restaurantes não mais cheiram a porões úmidos e defumados, porém ficaram também muito mais chatos, e no verão estão vazios – todos a fumar do lado de fora.

Agora este video aqui abaixo, que achei neste blog, me fez pensar na gigantesca importância do cigarro no mundo das artes. Engrosso o coro dos artistas e grito: liberem o cigarro nos ambientes de arte, tal como legitimamente reclamam agora os artistas de teatro sobre a nova lei. E eu apoio os artistas incondicionalmente: na arte não há limítes da moral, se a morte é filosofia, o cigarro também é.

E se proibissem também o medo, a dor ou as angústias, quão belos e vitais são estes terríveis males?

E falando em tv…

Aqui o programa No Reservations do Anthony Bourdain sobre São Paulo… (prá quem ainda não tinha visto). São 5 partes do mesmo episódio:

1/5:

E aqui os links para as outras 4 partes:  p2p3p4p5

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E só para finalizar o post anterior sobre O Guia na NatGeo, assisti agora o episódio 4 do Josimar em La Mancha, e depois o reprise do episódio 3, que ele segue as pistas do James Bond em Londres. Realmente pegou o ritmo, parece que vai melhorando a cada um, vale a pena assistir… (mas ainda não tá na web..)

O Guia – ep2

Pic-nic na Normandia após a caça ao faisão

Pic-nic na Normandia após a caça ao faisão

Neste domingo cheguei atrasado para o episódio de Londres, liguei bem no finalzinho, quando estavam terminando uma entrevista do Josimar com a belíssima Nigella Lawson. Fiquei feliz em saber que ela continua lá, super charmosa, “me esperando”… é, eu teria me derretido com ela ao meu lado, certamente…  Mas enfim, de cara já vi algo novo no programa, e que gostei: uma história a ser contada! A busca pelos hábitos gastronômicos e etílicos de Ian Flemming e James Bond pelos locais de Londres dá sem dúvida uma bela história, e mais do que isso, une os passos do programa do começo ao fim. Só assisti o final deste episódio, mas gostei e quero assistí-lo inteiro.

Mas prá minha sorte logo após o término de um epísódio eles estão reprisando o episódio anterior, e pude então ver o o Josimar sair em busca de faisão, em Paris e na Normandia (que eu não tinha visto na semana passada). O epísódio é engraçado, nada dá certo, não se acham facilmente carnes de caças nos açougues de Paris porque estão proibidas para exibição em vitrine (segundo o que entendi). Eles ‘decidem’ então ir caçar e ao sair para o campo… não acham os faisões para abate, mas a produção se sai bem e saca um faisão reserva. No final montam um pic-nic tradicional no pós-caça onde, como todo bom francês, o primeiro a se alimentar é o cachorro, e manjam embutidos com vinho. Aí viajaram de volta rumo a Paris para entregar o faisão ao chef Yves Camdeborde, do bistrô Le Comptoir Relais St. Germain, provavelmente o bistrô mais famoso da cidade por oferecer boa gastronomia a preços acessíveis. Et voilá, uma receita tradicional francesa, uma espécie de tarte au choux, com foies gras e o faisão.

Este episódio marcou uma diferença em relação ao primeiro, pois em uma única história linear – a busca ao faisão, que é comentada e explicada o tempo todo, “O Guia” passou por uma rapida checada nos açougues de Paris, pela ida à Normandia para mostrar como caçam os franceses – inclusive mostrando claramente que a maior parte da carne de caça é na verdade criada (ainda que isto possa desiludir a românticos sonhadores), e então pela cozinha do famoso bistrô em Paris e a explicação sobre o prato tradicional. Antes disso, de quebra, chegando em Rouen ele ainda pode mostrar o La Couronne, dizem o mais velho hotel da França, de 1345, onde se come um tradicional pato seguindo a preservação de uma receita tradicional pela Associação dos Pateiros… é, lá tem isso.

Menos correria, mais informação, e mais divertido. Gostei mais do programa agora, que conseguiu também ensinar algumas coisas legais. Parabéns.

O Guia – no canal National Geographic – domingos às 20h.

Leia a posição da associação dos bares e restaurantes sobre a lei antifumo:

Hoje foi postado um comentário interessante no meu post do último dia 15 com o título “64% a favor da lei antifumo e 36% contra”, a respeito da pesquisa feita no blog sobre esta nova lei estadual.

O comentário postado é a posição oficial da Abresi, a associação do setor patronal de bares e restaurantes que abrange todo o país, e que está na justiça contra a nova lei estadual de São Paulo, representando a causa dos estabelecimentos para que haja espaços realmente isolados para fumantes e não-fumantes nos restaurantes e bares, ao invés da proibição total do fumo.

Por solicitação, reproduzo aqui abaixo na íntegra o comentário postado, e abro espaço para quem mais quiser postar a respeito, contra ou a favor!

Diz o texto:

A Abresi – Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo gostaria de cumprimentá-lo por estabelecer democraticamante o debate sobre a lei antifumo em seu blog.

Quanto à pesquisa, é bastante significativo o resultado de 36% de fumantes e não fumantes que são contrários à lei.

Desde o ínicio do processo legislativo da lei antifumo, a ABRESI – , e demais entidades patronais do setor se manifestaram favoravelmente à lei. Pois é!!!

Contudo, defendiamos apenas uma emenda ao projeto que contemplasse o verdadeiro “fumódromo” e não apenas áreas para fumantes e não fumantes. Porém, o governo do estado foi incensível aos nossos apelos e manifestações públicas com mais de 500 proprietários e trabalhadores do setor na Assembléia Legislativa do estado.

Defendiamos (e ainda defendemos, mas agora na justiça), áreas exclusivas para fumantes, separando os dois públicos em ambientes delimitados por barreiras físicas que impeçam a transposição da fumaça, dotando os espaços para fumantes de sistemas de exaustão.

Como você deve estar acompanhando, diversos estados estão adotando a idéia paulista, entretanto, a maioria tem aceitado nossa proposta, mais flexível.

Uma pesquisa do Instituto Getúlio Vargas demontrou que fumantes permancem mais tempo no interior de bares e restaurantes e, assim, seu gasto “per capita” é maior que o de não de não fumantes. Essa conclusão é elucidaditva no sentido de que haverá queda no faturamento e, consequentemente, reajuste de preços ao consumidor final e demissões.

É claro que existe o interesse comercial, pois sobrevivemos à partir dos nossos negócios. Investimos capital e geramos empregos em que as famílias dos nossos colaboradores dependem de nós. Todavia, há outra questão fundamental em jogo, de fundo político-ideológico (não de política partidária).

Nossas entidades acreditam que pessoas adultas devam ter liberdade de fazer suas próprias escolhas, sem que precisem ser tuteladas pelo Estado.

Entendemos que não precisamos de um Estado-babá nos dizendo o que fazer, o que comer, o que beber e assim por diante. Bastaria informar dos malefícios de determinada conduta em campanhas educativas e permanentes.

Pensamos que o arbítrio começa assim, com boas intenções colocadas de forma radical (sabe-se lá com que intenções) e quando percebemos, a sociedade é tolhida de seus mais comezinhos direitos individuais.

Apoiamos e defendemos sim, restrições a direitos que possam afetar terceiros, mas jamais seu banimento quando existem alternativas sensatas e democráticas para acomodar os interesses de todas as partes envolvidas.

Também não podemos concordar em sermos tranformados em fiscais de nossos clientes. Demoramos anos para cativar e formar uma clientela e depois temos de chamar a polícia para retirá-los de nossos estabelecimentos. O que é isso???

A lei ainda pretende jogar cidadão contra cidadão, ao formar uma tropa de dedos duros filmando e fotografando os “criminosos fumantes” em ação!!! Imagine o problema (e até tragédias) que isso poderá causar…..

Enio, aproveitando a oportunidade, solicito postar a mensagem do setor patronal e divulgar nossa opinião em seu blog. Abraços a todos.

O texto é assinado por Edson Pinto, diretor da Abresi. Obrigado Edson pela sua manifestação neste blog!